Um ano de (in)decisões
2018 vai ser um ano de decisões importantes. Tenho aproveitado estes dias mais calmos para pensar bem sobre os vários assuntos pendentes e quanto mais penso, mais me lembro da vida de estudante em que a única preocupação na vida de uma pessoa era passar de ano! Ricos tempos. Ao longo da vida uma pessoa aprende a ganhar responsabilidades -tudo muito bem, sempre gostei de decidir por mim mesma e acarretar as consequências/beneficios das minhas escolhas-, mas quando uma pessoa torna-se mãe parece que passa a carregar o peso do mundo nas costas, tal é o peso da responsabilidade em criar e decidir por outra vida. Se educar uma criança já é um verdadeiro desafio, saber decidir por ele pode ser um verdadeiro drama. É um mar de dúvidas e indecisões. [Será a melhor opção para ele? Vai sentir-se feliz com as nossas escolhas? Qual será o impacto das nossas decisões? Blábláblá] Confesso, é algo que me deixa ansiosa e angustiada.
[Eu sei que peço muitas vezes para o tempo andar mais devagarinho para saborear melhor esta fase, mas neste caso dava-me jeito que ele já fosse maior de idade para tomar certas decisões ...]